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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

20 de janeiro - Oxossi, São Sebastião e Farmacêuticos


Hoje comemoramos 3 datas importantes: dia de São Sebastião na igreja católica, dia de Oxossi na Umbanda e Dia Nacional dos Farmacêuticos. Seria uma coincidência? 

Essa é uma das datas mais importantes para nós do Centro Espiritualista Legião da Fraternidade Branca porque é o dia que recebemos a "outorga superior" para iniciarmos nossos trabalhos e o dia que comemoramos a vibração do guia-chefe de nossa casa, o Caboclo Tupinambá que trabalha na vibração de Oxossi.

Um dos pontos que eu mais gosto de Caboclos é:


Caboclo não tem caminho pra caminhar

Caboclo não tem caminho pra caminhar

Caminha por cima da folha, por baixo da folha

E em qualquer lugar.

Em uma letra singela e simples, se enxerga e percebe a habilidade e a força dos Caboclos e de Oxossi que é o grande senhor das Matas, da Natureza e da cura.

Que este dia seja muito especial a todos nós e que a vibração de Oxossi penetre em todos os cantos de nosso mundo, trazendo bondade, esperança e muita saúde para todos

Okê Arô Oxossi! Salve os Caboclos.


Oxossi na Umbanda e no Candomblé

Oxóssi na Umbanda é considerado patrono da linha dos caboclos, atuando para o bem-estar físico e espiritual dos seres humanos.

Segundo esta religião, Oxóssi é figura representativa de uma das sete forças principais de Deus: a força da luta, do trabalho, da providência e da afirmação positiva. Assim, para a Umbanda, Oxóssi representa uma das sete forças primordiais de Deus, pertencendo ao pólo positivo das energias espirituais, expandindo, irradiando e impelindo os seres para a construção vigorosa de seus destinos, bem como garantindo que os mais fragilizados encontrem doutrinação firme e amorosa, desenvolvendo seu saber religioso e sua fé.

A figura de Oxóssi tem origem na mitologia africana, para a qual seria um antepassado africano divinizado, filho de Yemanjá, irmão de Omulu-Obaluayê e rei da cidade de Oyó, localizada na África sudanesa - de onde provêm os povos nagô (keto, ijexá e oyó) e mina-jeje. Também é considerado o caçador por excelência; o arqueiro de uma flecha só - sempre certeira.

A Umbanda, fundada em 1908, é expressão do sincretismo ocorrido no Brasil em razão da perseguição religiosa aos cultos africanos. Por reunir elementos africanos, espiritualistas e cristãos, a figura de Oxóssi pode aparecer, muitas vezes, misturada à figura católica de São Sebastião, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e estados do demais centro -sul do Brasil, e São Jorge, no estado da Bahia.





História de São SebastiãoExistem algumas divergências sobre o local de nascimento de São Sebastião, no entanto a teoria mais aceita diz ter sido em Milão, na Itália.

São Sebastião defendeu os cristãos e a sua fé do imperador romano Diocleciano, sendo condenado a morte por desobedecer os comandos do imperador. Sebastião foi amarrado em uma árvore e alvejado com muitas flechas. Porém, não morreu, pois foi salvo por uma viúva chamada Irene que ajudou a curar todos os seus ferimentos.

Depois de recuperado, Sebastião voltou a enfrentar o imperador Diocleciano. Desta vez, foi condenado a ser açoitado até a morte.

São Sebastião morreu em 20 de janeiro de 288 d.C, sendo a data de sua morte escolhida pela igreja católica para homenagear o mártir pelas suas ações de coragem e fidelidade ao cristianismo.

Oração a São Sebastião

“Glorioso mártir São Sebastião, valoroso padroeiro e defensor da cidade do Rio de Janeiro, vós que derramastes vosso sangue e destes vossa vida em testemunho da Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, alcançai-nos do mesmo Senhor a graça de sermos vencedores dos nossos verdadeiros inimigos: o ter, o poder e o prazer, que fazem viver sem Fé, sem Esperança e sem Caridade.

Protegei, com a vossa poderosa intercessão, os filhos desta Terra. Livrai-nos de toda Epidemia Corporal, Moral e Espiritual. Fazei que se convertam aqueles que, por querer ou sem querer, são instrumentos de infelicidade para os outros. E que o justo persevere na sua fé e propague o amor de Deus, até o triunfo final. Amém”.


O Dia do Farmacêutico é comemorado em 20 de janeiro no Brasil.
Esta data homenageia o profissional que é formado no curso superior de Farmácia, sendo responsável pela segurança da saúde humana, ajudando no desenvolvimento de medicamentos para combater doenças.

Mensagem para o Dia do Farmacêutico
O farmacêutico é um super-herói, que ajuda a proteger a humanidade das doenças mais mortais para o ser humano! Seu empenho, conhecimento e dedicação são essenciais por ajudar a salvar milhões de vidas anualmente.


quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

20 de janeiro - Oxossi


Hoje é um dia especial, principalmente para nós do CELFB, na qual temos como dirigente espiritual o Caboclo Tupinambá que está sob a vibração de Oxossi.

Além disso, hoje também é o dia que se comemora do Dia do Farmacêutico.

Os caboclos são espíritos fantásticos que sempre estão dispostos a nos ajudar. Alguns são calados, outros são mais falantes e todos estão sempre dispostos a nos ensinar a respeito da natureza.

Aprendi demais com esse caboclo e, por isso, hoje homenageio-o com esse post em nosso blog, levando o conhecimento a respeito dos Caboclos de Oxossi, descrevendo um pouco da visão de Oxossi na Umbanda, o sincretismo de Oxossi com a São Sebastião e Oxossi no Candomblé

Oxossi na Umbanda

Oxóssi na Umbanda é considerado o patrono da linha dos caboclos, atuando para o bem-estar físico e espiritual dos seres humanos.

Segundo esta religião, Oxóssi é figura representativa de uma das sete forças principais de Deus: a força da luta, do trabalho, da providência e da afirmação positiva. Assim, para a Umbanda, Oxóssi representa uma das 7 forças primordiais de Deus, pertencendo ao pólo positivo das energias espirituais, expandindo, irradiando e impelindo os seres para a construção vigorosa de seus destinos, bem como garantindo que os mais fragilizados encontrem doutrinação firme e amorosa, desenvolvendo seu saber religioso e sua fé.

No RJ e SP o sincretismo de Oxossi é com São Sebastião.

História de São Sebastião

Ele teria chegado a Roma através de caravanas de migração lenta pelas costas do mar mediterrâneo, que na época era muito abundante de causa do mar mediterrâneo e o sahara e os dias não tão quente por causa da latitude em torno de 40°. De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal, aGuarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado a 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.


Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: o édito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 (depois da Era Comum), pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece precoce. O simbolismo na História, como no caso de Jonas, Noé e também de São Sebastião, é visto, pelas lideranças cristãs atuais, como alegoria, mito, fragmento de estórias, uma construção histórica que atravessou séculos.

O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval, surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.

Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. Embora os seus martírios possam provocar algum ceticismo junto dos estudiosos atuais, certos detalhes são consistentes com atitudes de mártires cristãos seus contemporâneos.


Oxossi no Candomblé

Oxóssi (Òsóòsi) é o deus caçador, senhor da floresta e de todos os seres que nela habitam, Orixá da fartura e da riqueza. Atualmente, o culto a Oxóssi está praticamente esquecido em África, mas é bastante difundido no Brasil, em Cuba e em outras partes da América onde a cultura iorubá prevaleceu. Isso deve-se ao fato de a cidade de Kêtu, da qual era rei, ter sido destruída quase por completo em meados do século XVIII, e os seus habitantes, muitos consagrados a Oxossi, terem sido vendidos como escravos no Brasil e nas Antilhas. Esse fato possibilitou o renascimento de Kêtu, não como estado, mas como importante nação religiosa do Candomblé.

Oxóssi é o rei de Kêtu, segundo dizem, a origem da dinastia. A Oxóssi são conferidos os títulos de Alakétu, Rei, Senhor de Kêtu, e Oníìlé, o dono da Terra, pois em África cabia ao caçador descobrir o local ideal para instalar uma aldeia, tornando-se assim o primeiro ocupante do lugar, com autoridade sobre os futuros habitantes. É chamado de Olúaiyé ou Oni Aráaiyé, senhor da humanidade, que garante a fartura para os seus descendentes.

Na história da humanidade, Oxóssi cumpre um papel civilizador importante, pois na condição de caçador representa as formas mais arcaicas de sobrevivência humana, a própria busca incessante do homem por mecanismos que lhe possibilitem se sobressair no espaço da natureza e impor a sua marca no mundo desconhecido.

A coleta e a caça são formas primitivas de busca de alimento, são os domínios de Oxóssi, orixá que representa aquilo que há de mais antigo na existência humana: a luta pela sobrevivência. Oxóssi é o orixá da fartura e da alimentação, aquele que aprende a dominar os perigos da mata e vai em busca da caça para alimentar a tribo. Mais do que isso, Oxóssi representa o domínio da cultura (entendendo a flecha como utensílio cultural, visto que adquire significados sociais, mágicos, religiosos) sobre a natureza.

Astúcia, inteligência e cautela são os atributos de Oxóssi, pois, como revela a sua história, esse caçador possui uma única flecha, por tanto, não pode errar a presa, e jamais erra. Oxóssi é o melhor naquilo que faz, está permanentemente em busca da perfeição.

Em África, os caçadores que geralmente são os únicos na aldeia que possuem as armas, têm a função de salvar a tribo, são chamados de Oxô, que significa guardião e wúsí que significa popular, ou seja Osowusí e na expressão popular acabou virando Oxóssi. Oxóssi também foi um Òsó, mas foi um guardião especial, pois salvou seu povo do terrível pássaro das Iyá-Mi.

Outras histórias relacionadas com Oxóssi apontam-no como irmão de Ogum. Juntos, eles dominaram a floresta e levaram o homem à evolução. Além de irmão, Oxóssi é grande amigo de Ogum – dizem até que seria seu filho, e onde está Ogum deve estar Oxóssi, as suas forças completam-se e, unidas, são ainda mais imbatíveis.

Oxóssi mantém estreita ligação com Ossaim (Òsanyìn), com quem aprendeu o segredo das folhas e os mistérios da floresta, tornou-se um grande feiticeiro e senhor de todas as folhas, mas teve que se sujeitar aos encantamentos de Ossaim.

A história mostra Oxóssi como filho de Iemanjá, mas a sua verdadeira mãe, segundo o mais antigos, é Apaoká a jaqueira, que vem a ser uma das Iyá-Mi, por isso a intimidade de Oxóssi com essa árvore.

A rebeldia de Oxóssi é algo latente na sua história. Foi desobedecendo às interdições que Oxóssi se tornou orixá.

Tal como Xangô, Oxóssi é um orixá avesso à morte, porque é expressão da vida. A Oxóssi não importa o quanto se viva, desde que se viva intensamente. O frio de Ikú (a morte) não passa perto de Oxóssi, pois ele não acredita na morte.

Características dos filhos de Oxóssi

Os filhos de Oxóssi são pessoas de aparência calma, que podem manter a mesma expressão quando alegres ou aborrecidas, do tipo que não exterioriza as suas emoções, mas não são, de forma alguma, pessoas insensíveis, só preferem guardar os sentimentos para si.

São pessoas que podem parecer arrogantes e prepotentes, e às vezes são. Na realidade, os filhos de Oxóssi são desconfiados, cautelosos, inteligentes e atentos, selecionam muito bem as amizades, pois possuem grande dificuldade em confiar nas pessoas. Apesar de não confiarem, são pessoas altamente confiáveis, das quais não se teme deslealdade; são incapazes de trair até um inimigo. Magoam-se com pequenas coisas e quando terminam uma amizade é para sempre.

São do tipo que ouve conselhos com atenção, respeita a opinião de todos, mas sempre faz o que quer. Com estratégia, acabam por fazer prevalecer a sua opinião e agradando a todos.

Altos e magros, os filhos de Oxóssi possuem facilidade para se mover, mesmo entre obstáculos. O seu andar possui leveza e elegância. A sua presença é sempre notada, mesmo que não façam nada para isso acontecer.

Os filhos de Oxóssi gostam de solidão, isolam-se, ficam à espreita, observam atentamente tudo que se passa à sua volta. Curiosos, percebem as coisas com rapidez, são introvertidos e discretos, vaidosos, distraídos e prestativos, comportamento típico de um caçador, provedor do seu povo.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Atendimentos 16/01/2016 - Caboclos



No próximo sábado, 16 de janeiro de 2016 a partir das 17h30, teremos atendimentos com os Caboclos voltados para saúde, desgaste energético e vários aspectos negativos relacionados à saúde energética. Após a abertura dos nossos trabalhos, os espíritos farão uma avaliação e serão encaminhados para os seus devidos tratamentos de acordo com a orientação recebida.

Para as pessoas que quiserem passar por tratamento espiritual, entregaremos uma senha e uma ficha para preenchimento de alguns dados, enquanto a equipe se prepara para iniciar os atendimentos.
Neste dia, teremos 3 equipes preparadas para os atendimentos para Tratamento Espiritual:
1. Cirurgias e atendimento
2. Magnetismo e Cromoterapia
3. Cuidados Especiais
Quem tiver interesse em passar por esse atendimento, venham com roupas claras e evitem consumir comidas pesadas e bebidas alcoolicas.

Nossa equipe de médiuns também estará incorporada e preparada para auxiliar nas consultas e orientações daqueles que desejarem passar.

Nosso endereço é Rua Nicolau Campanella, 3, Itaquera, SP