domingo, 27 de março de 2011

Exú - Parte I

Acho que não poderia ter escolhido um período melhor para postar a primeira parte deste artigo do que em março de 2011, onde várias mudanças estão em andamento no planeta e, também, neste mês em que comemoramos o Dia de Xangô Aganju, que é uma das qualidades de Xangô (no candomblé) que representa as leis e as escritas e, também é o padroeiro dos intelectuais. 

Apesar desse fato das “qualidades de santo” que existe na cultura africana e levarmos em consideração a representação de Xangô na Umbanda (que é classificado como o Orixá da Justiça e do Equilíbrio), falaremos um pouco – nesta primeira parte deste post – sobre os incompreendidos Exús e seus verdadeiros trabalhos no mundo astral. 

Por se tratar de um assunto delicado e vasto, dividi esse assunto em 2 posts. Neste descreverei o Exú Orixá de acordo com a mitologia Africana, cultuada nos diversos barracões e roças de Candomblé espalhados pelo Brasil e, na segunda parte, descreverei o Exú Guardião, trabalhador da seara do Cristo, supervisionados por espíritos elevados, nos diversos centros Espíritas Kardequianos, terreiros de Umbanda, igrejas evangélicas e católicas, etc. 

Uma dica que deixarei logo neste início da primeira parte é o ESTUDO e a PESQUISA. Antes de discutir, falar, comentar, opinar, aconselhar alguém sobre um determinado assunto qualquer: 

– LEIA, PESQUISE, ESTUDE – 

Nós temos um péssimo costume de falarmos mal ou atacarmos sobre um assunto que desconhecemos ou, como é no caso dos Exús. Passamos muito tempo ouvindo histórias furadas de espíritas, umbandistas e espiritualistas que “os Exús são espíritos escravos e que eles fazem tanto o bem quanto o mal – só pedir”. 

Mas uma coisa eu garanto como espiritualista – ISSO NÃO É BEM ASSIM. 

Melhor ainda – NÃO É ASSIM MESMO. 

Infelizmente a população que não compreende o trabalho verdadeiro desses espíritos tão importantes para todos espalham esses grandes absurdos por ai, disseminando a mentira e ferindo a imagem desses amigos que estão na “linha de frente” dessa batalha espiritual que estamos enfrentando neste fim dos tempos. 

Mitologia Africana 

Orixá Exu
Èsù é um Orixá africano, também conhecido como: Exu, Esu, Eshu, Bara, Ibarabo, Legbá, Elegbara, Eleggua, Akésan, Igèlù, Yangí, Ònan, Lállú, Tiriri, Ijèlú. Algumas cidades onde se cultua o Exu são: Ondo, Ilesa, Ijebu, Abeokuta, Ekiti, Lagos. 

Exu é o orixá da comunicação. É o guardião das aldeias, cidades, casas e do axé, das coisas que são feitas e do comportamento humano. A palavra Èsù em yorubá significa “esfera” e, na verdade, Exu é o orixá do movimento. 



Ele é quem deve receber as oferendas em primeiro lugar a fim de assegurar que tudo corra bem e de garantir que sua função de mensageiro entre o Orun e o Aiye, mundo material e espiritual, seja plenamente realizada. 

Na África na época das colonizações, o Exu foi sincretizado erroneamente com o diabo cristão pelos colonizadores, devido ao seu estilo irreverente, brincalhão e a forma como é representado no culto africano, um falo humano ereto, simbolizando a fertilidade. 

Por ser provocador, indecente, astucioso e sensual é comumente confundido com a figura de Satanás, o que é um absurdo dentro da construção teológica yorubá, posto que não está em oposição a Deus, muito menos é considerado uma personificação do Mal. Mesmo porque nesta religião não existem diabos ou mesmo entidades encarregadas única e exclusivamente por coisas ruins como fazem as religiões cristãs, estas pregam que tudo o que acontece de errado é culpa de um único ser que foi expulso, pelo contrário na mitologia yoruba, bem como no candomblé cada uma das entidades (Orixás) tem sua porção positiva e negativa assim como o próprio ser humano. 

Orixa Exu com seu falo
na mão direita
De caráter irascível, ele se satisfaz em provocar disputas e calamidades àquelas pessoas que estão em falta com ele. 

No entanto, como tudo no universo, possui de um modo geral dois lados, ou seja: positivo e negativo. Exu também funciona de forma positiva quando é bem tratado. Daí ser Exu considerado o mais humano dos orixás, pois o seu caráter lembra o do ser humano que é de um modo geral muito mutante em suas ações e atitudes. 

Conta-se na Nigéria que Exu teria sido um dos companheiros de Oduduà quando da sua chegada a Ifé e chamava-se Èsù Obasin. Mais tarde, tornou-se um dos assistentes de Orunmilá e ainda Rei de Ketu, sob o nome de Èsù Alákétú. 

A palavra elegbara significa “aquele que é possuidor do poder (agbará)” e está ligado à figura de Exu. 

No Brasil 

No Brasil, no candomblé, Exu é um dos mais importantes Orixás e sempre é o primeiro a receber as oferendas, as cantigas, as rezas, é saudado antes de todos os Orixás, antes de qualquer cerimônia ou evento. O Exu Orixá não incorpora em ninguém para dar consultas como fazem os Exus de Umbanda, eles são assentados na entrada das casas de candomblé como guardiões, e em toda casa de candomblé tem um quarto para Exu, sempre separado dos outros Orixás, onde ficam todos os assentamentos dos exus da casa e dos filhos de santo que tenham exu assentado. 

É astucioso, vaidoso, culto e dono de grande sabedoria, grande conhecedor da natureza humana e dos assuntos mundanos daí a assimilação com o diabo pelos primeiros missionários que, assustados, dele fizeram o símbolo da maldade e do ódio. Porém " … nem completamente mau, nem completamente bom … ", na visão de Pierre Verger no texto de sua autoria "Iniciação" - contido no documentário "Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia", Exu reage favoravelmente quando tratado convenientemente, identificado no jogo do merindilogun pelo odu okaran. 

Sacrifício para Exu.Exu recebe diversos nomes, de acordo com a função que exerce ou com suas qualidades: Elegbá ou Elegbará, Bará ou Ibará, Alaketu, Agbô, Odara, Akessan, Lalu, Ijelu (aquele que rege o nascimento e o crescimento de tudo o que existe), Ibarabo, Yangi, Baraketu (guardião das porteiras), Lonan (guardião dos caminhos), Iná (reverenciado na cerimônia do padê). 

Outra imagem de Exu segundo a
cultura africana
A segunda-feira é o dia da semana consagrado a Exu. Suas cores são o vermelho e o preto; seu símbolo é o ogó (bastão com cabaças que representa o falo); suas contas e cores são o preto e o vermelho; as oferendas são bodes e galos, pretos de preferência, e aguardente, acompanhado de comidas feitas no azeite de dendê. Aconselha-se nunca lhe oferecer certo tipo de azeite, o Adí, por ser extraído do caroço e não da polpa do dendê e portar a violência e a cólera. Sua saudação é "Larôye!" que significa o bem falante e comunicador. 

Consiste o padê em um prato de farofa amarela, acaçá, azeite-de-dendê e um copo de água ou cachaça, que são “arriados” para Exu. 

Na nação de angola ou candomblé de Angola Exu recebe o nome de Aluvaiá, Bombo Njila, Pambu Njila, e Legbá, no Candomblé Jeje. 

Não deve ser confundido com a entidade Exu de Umbanda. 

Arquétipo 

Seus filhos são sensuais, dominadores e inteligentes. Gostam da vida cercada de barulho, muitas pessoas e romances de todo tipo. Adoram festas e não se prendem a ninguém, são muito impulsivos. Mas se amam alguém, dão sua vida se for preciso, sem pensar em nada. Gostam de ajudar e trabalhar, mas podem se tornar vingativos e extremamente cruéis. 

quinta-feira, 17 de março de 2011

Catástrofes da natureza – Justiça Divina?

Capítulo VI – Livro dos Espíritos – Allan Kardec

Destruição necessária e destruição abusiva

Pergunta 728: É lei da Natureza a destruição?

“Preciso é que tudo se destrua para renascer e se regenerar. Porque, o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.”

Nos últimos dias, todos nós assistimos cenas muito chocantes, cenas reais que mais pareciam trechos do filme “Um Dia Depois de Amanhã” do que a pura realidade de nosso planeta.

A capacidade de destruição e regeneração do nosso planeta é comandada por espíritos superiores que têm o controle dos nossos destinos e que absolutamente nada passa desapercebido por eles.

Muitas vezes – senão todas as vezes – chamamos Deus de injusto, incoerente, mau, etc. Mas, temos que analisar muitas questões importantes, principalmente todos que se julgam, espíritas, espiritualistas, universalistas, umbandistas, etc. devem questionar a si próprios, a fé que dizem professar. Porque?

Nós julgamos professar uma fé de vida eterna, lei da reencarnação, um Deus justo e infinitamente bom, etc. Uma simples pergunta: Se acreditamos no que professamos, porque fazemos achamos que Deus “errou” ou “falhou”? Não há sentindo nem coerência nesse pensamento.

Kardec perguntou para os espíritos da equipe do Espírito Verdade se É lei da Natureza a destruição?

E os espíritos respondem que há necessidade de se destruir para renovar, regenerar. E os espíritos ainda apontam a nossa incapacidade de analisar além da nossa matéria grosseira dizendo “o que chamamos de destruição não passa de uma transformação, que resumindo traz a renovação e melhoria dos seres vivos” em vários aspectos. 

E porque?

Pegando o exemplo dos 2 últimos tsunamis que arrasaram o mundo – um na Indonésia e outro no Japão – nos mostrou a grande capacidade de solidariedade e amor ao próximo que o ser humano tem dentro de si, mas que na maioria das vezes, não tem capacidade de colocar em prática em todos os dias da nossa existência. Ajuda de todos os 4 cantos do planeta aparecem: ONGs, políticos, entidades não governamentais, empresas privadas, etc. Todos se unem para ajudar aos que precisam.

Outro aspecto é a natureza: o movimento das placas tectônicas que remexeram com uma grande intensidade que criou ondas gigantescas que varreram algumas cidades do Japão, modificando inclusive o panorama geofísico do planeta. Segundo informações de geofísicos, no tsunami da Indonésia, o eixo imaginário do Planeta Terra moveu 6º, e nesse último tsunami (sem confirmações ainda) o eixo imaginário moveu 25cm. 

Lembram de Kardec?

Xangô também é conhecido
com o orixá que representa a Justiça
“o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos.” 

Onde está nossa fé em Deus? 
Onde está nossa fé naquilo que professamos? 
Deus não é infinitamente justo e bom?

Muitos podem me achar que é “ser frio” pensar desta forma. 

Porém, somos ou não seres eternos da criação? 
Somos ou não filhos do Pai Supremo?

Precisamos deixar de lado essa “fé de qualquer jeito”, “brincarmos de acreditar na reencarnação” e fazermos parte dessa família espiritual que está em toda parte.

Jesus disse: Vós podeis fazer o que eu faço e muito mais (João 14:12).

O próprio Cristo nos deixou esse legado de que somos capazes de mudar o mundo através do amor que existe lá dentro, bem escondidinho. Porque precisamos sofrer para amar de verdade?

731. Por que, ao lado dos meios de conservação, colocou a Natureza os agentes de destruição? 
“É o remédio ao lado do mal. Já dissemos: para manter o equilíbrio e servir de contrapeso.”

733. Entre os homens da Terra existirá sempre a necessidade da destruição?
“Essa necessidade se enfraquece no homem, à medida que o Espírito sobrepuja a matéria. Assim é que, como podeis observar, o horror à destruição cresce com o desenvolvimento intelectual e moral.”

E para fechar, com todas as letras esse post, colocarei o item 2 desse Capítulo - Livro dos Espíritos. Esse item é um pouco extenso, mas acho excelente para lermos inteiro e refletirmos...

Flagelos destruidores

737. Com que fim fere Deus a Humanidade por meio de flagelos destruidores?
“Para fazê-la progredir mais depressa. Já não dissemos ser a destruição uma necessidade para a regeneração moral dos Espíritos, que, em cada nova existência, sobem um degrau na escala do aperfeiçoamento? Preciso é que se veja o objetivo, para que os resultados possam ser apreciados. Somente do vosso ponto de vista pessoal os apreciais; daí vem que os qualificais de flagelos, por efeito do prejuízo que vos causam. Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos.” 

738. Para conseguir a melhora da Humanidade, não podia Deus empregar outros meios que não os flagelos destruidores?
“Pode e os emprega todos os dias, pois que deu a cada um os meios de progredir pelo conhecimento do bem e do mal. O homem, porém, não se aproveita desses meios. Necessário, portanto, se torna que seja castigado no seu orgulho e que se lhe faça sentir a sua fraqueza.”

a) Mas, nesses flagelos, tanto sucumbe o homem de bem como o perverso. Será justo isso?
“Durante a vida, o homem tudo refere ao seu corpo; entretanto, de maneira diversa pensa depois da morte. Ora, conforme temos dito, a vida do corpo bem pouca coisa é. Um século no vosso mundo não passa de um relâmpago na eternidade. Logo, nada são os sofrimentos de alguns dias ou de alguns meses, de que tanto vos queixais. Representam um ensino que se vos dá e que vos servirá no futuro. Os Espíritos, que preexistem e sobrevivem a tudo, formam o mundo real (85). Esses os filhos de Deus e o objeto de toda a Sua solicitude. Os corpos são meros disfarces com que eles aparecem no mundo. Por ocasião das grandes calamidades que dizimam os homens, o espetáculo é semelhante ao de um exército cujos soldados, durante a guerra, ficassem com seus uniformes estragados, rotos, ou perdidos. O general se preocupa mais com seus soldados do que com os uniformes deles.”

b) Mas, nem por isso as vítimas desses flagelos deixam de o ser.
“Se considerásseis a vida qual ela é e quão pouca coisa representa com relação ao infinito, menos importância lhe daríeis. Em outra vida, essas vítimas acharão ampla compensação aos seus sofrimentos, se souberem suportá-los sem murmurar.” Venha por um flagelo a morte, ou por uma causa comum, ninguém deixa por isso de morrer, desde que haja soado a hora da partida. A única diferença, em caso de flagelo, é que maior número parte ao mesmo tempo. Se, pelo pensamento, pudéssemos elevar-nos de maneira a dominar a Humanidade e abrangê-la em seu conjunto, esses tão terríveis flagelos não nos pareceriam mais do que passageiras tempestades no destino do mundo.

739. Têm os flagelos destruidores utilidade, do ponto de vista físico, não obstante os males que ocasionam?
"Têm. Muitas vezes mudam as condições de uma região. Mas, o bem que deles resulta só as gerações vindouras o experimentam.”

740. Não serão os flagelos, igualmente, provas morais para o homem, por porem no a braços com as mais aflitivas necessidades?
“Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência, de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.”

741. Dado é ao homem conjurar os flagelos que o afligem?
“Em parte, é; não, porém, como geralmente o entendem. Muitos flagelos resultam da imprevidência do homem. À medida que adquire conhecimentos e experiência, ele os vai podendo conjurar, isto é, prevenir, se lhes sabe pesquisar as causas. Contudo, entre os males que afligem a Humanidade, alguns há de caráter geral, que estão nos decretos da Providência e dos quais cada indivíduo re submissão à vontade de Deus. Esses mesmos males, entretanto, ele muitas vezes os agrava pela sua negligência.”
Na primeira linha dos flagelos destruidores, naturais e independentes do homem, devem ser colocados a peste, a fome, as inundações, as intempéries fatais às produções da terra. Não tem, porém, o homem encontrado na Ciência, nas obras de arte, no aperfeiçoamento da agricultura, nos afolhamentos e nas irrigações, no estudo das condições higiênicas, meios de impedir, ou, quando menos, de atenuar muitos desastres? Certas regiões, outrora assoladas por terríveis flagelos, não estão hoje preservadas deles? Que não fará, portanto, o homem pelo seu bem-estar material, quando souber aproveitar-se de todos os recursos da sua inteligência e quando aos cuidados da sua conservação pessoal, souber aliar o sentimento de verdadeira caridade para com os seus semelhantes?

terça-feira, 15 de março de 2011

Culto de Louvor em Belo Horizonte e Lançamento de Livro


 Olá pessoal

Nesta quinta-feira (17 de março), Robson Pinheiro fará o Culto de Louvor na Sociedade Espírita Everilda Batista às 20h.

E também fará o lançamento oficial do livro Magos Megros - Magia e Feitiçaria sob a Ótica Espírita.

Para quem não mora em Belo Horizonte, acessem www.juntin.tv/everildabatista e assistam o culto ao vivo.

Abraços

Carlinhos

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Mironga de Umbanda para problemas afetivos


Olá pessoal.

Estava pensando um pouco na vida cotidiana e nessa correria doida que temos que vivenciar no mundo globalizado e, por um instante, li um e-mail que recebi de um grande amigo há tempos, Pedro - médium e trabalhador da SELFB - e resolvi postá-lo aqui para vocês devido seu excelente e maravilhoso conteúdo.

O texto é curto, porém de uma magnífica lição.

Mironga de Umbanda para problemas afetivos

Mironga é como chamamos o feitiço de preto-velho, a mandinga de negro em favor aos filhos que o procuram. Aqui vão algumas mirongas que essa nêga véia tem a ensinar para resolver as dificuldades do coração. Leia tudo com muita atenção e principalmente, aplique isso no seu dia-dia. Grande é a força dessas pequenas dicas...

1 – Aprenda a viver sozinho. Caso você não consiga nem viver consigo mesmo, como poderá levar felicidade e alegria para outra pessoa? Primeiro relacione-se com seu eu interior. Depois busque alguém.

2 – Assuma a responsabilidade pelo seu relacionamento. Não é magia, inveja, ciúmes de terceiros, etc., que irá separar aquilo que o amor uniu.

3 – É claro que também nenhuma simpatia, reza ou trabalho irá unir ou “amarrar” aquilo que a falta de carinho desuniu.

4 – Simplificando: quem procura as coisas ocultas para resolver problemas sentimen­tais é imaturo. Ruim do juízo e doente do cora­ção.

5 – Desapegue-se! Ser humano é um bicho apegado. O único problema: amor é um sentimento livre. Um eterno querer bem. Um carinho incondicional. Quase um sentimento de devoção. Se você “gosta” tanto de alguém, que prefere ele “morto” do que feliz com outra pessoa, escute: Isso não é amor! Simples ilusão disfarçada...

6 – Aprenda que ninguém irá te completar. Você já é completo! Mas quando um relacionamento é calcado no mais puro amor, muito do amado vive no amante, e muito do amante pra sempre viverá no amado. Quer milagre maior que esse?

7 – Melhor sozinho do que mal acompanhado! Sabedoria popular, mas o que têm de doutor e doutora que 
não consegue entender isso.

8 – Ponha o pé no chão e esqueça essa história de alma gêmea. Pare de enfeitar suas próprias desilusões com devaneios ditos espiritualistas. Encare a realidade de frente.

9 – A vida vai passando, com ele/a, ou sem ele/a. E a morte se aproximando...

10 – Por isso, vão viver a vida meus filhos! Quem sabe ela não está guardando um presente para vocês? 

Não existe mironga maior que essa...

Fonte:
Por Fernando Sepe - Vó Dita 
11/02/2007

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

2 de fevereiro - Iemanjá (Bahia)


Continuando nossas comemorações e estudos relacionados à mitologia africana, hoje (2 de fevereiro) o estado da Bahia, comemora o dia de Iemanjá.

África

Na Mitologia Yoruba, a dona do mar é Olokun que é mãe de Iemanjá, ambas de origem Egbá.

História

Pierre Verger no livro Dieux D'Afrique registrou: “Iemanjá, é o orixá dos Egbá, uma nação iorubá estabelecida outrora na região entre Ifé e Ibadan, onde existe ainda o rio Yemanja. Com as guerras entre nações iorubás levaram os Egbá a emigrar na direção oeste, para Abeokuta, no início do século XIX. Não lhes foi possível levar o rio, mas, transportaram consigo os objetos sagrados, suportes do axé da divindade, e o rio Ògùn, que atravessa a região, tornou-se, a partir de então, a nova morada de Iemanjá. Este rio Ògùn não deve, entretanto, ser confundido com Ògún, o orixá do ferro e dos ferreiros.”

No Brasil

No Brasil, a orixá goza de grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras, e até por membros de religiões distintas. 
Nossa Senhora das Candeias
Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de fevereiro, a maior festa do país em homenagem à Rainha do Mar. A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até ao templo-mor, localizado próximo à foz do rio Vermelho, onde depositam variedades de oferendas, tais como espelhos, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados.

Outra festa importante dedicada a Iemanjá ocorre durante a passagem de ano no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a divindade. A celebração também inclui o tradicional “Banho de pipoca” e as sete ondas que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam como forma de pedir sorte à Orixá.

Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos, mãe de todas as cabeças humanas.

Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta.

Além da grande diversidade de nomes africanos pelos quais Iemanjá é conhecida, a forma portuguesa Janaína também é utilizada, embora em raras ocasiões. A alcunha, criada durante a escravidão, foi a maneira mais branda de “sincretismo” encontrada pelos negros para a perpetuação de seus cultos tradicionais sem a intervenção de seus senhores, que consideravam inadimissíveis tais “manifestações pagãs” em suas propriedades. Embora tal invocação tenha caído em desuso, várias composições de autoria popular foram realizadas de forma a saudar a Janaína do Mar e como canções litúrgicas.

Pela primeira vez, no dia 2 de fevereiro de 2010 uma escultura de uma sereia negra, criada pelo artista plástico Washington Santana, foi escolhida para representação de Iemanjá no grande e tradicional presente da festa do Rio Vermelho, Salvador, Bahia em homenagem à Àfrica e a religião afrodescendente.

Arquétipo dos filhos de Iemanjá

Seus filhos e filhas são serenos, maternais, sinceros e ajudam a todos sem exceção. Gostam muito de ordem, hierarquia e disciplina. São ingênuos e calmos até demais, mas quando se enfurecem são como as ondas do mar, que batem sem saber onde vão parar. São vaidosos mais com os cabelos. Suas filhas sabem seduzir e encantar com a beleza e mistérios de uma sereia. Geralmente as filhas de Iemanjá têm dificuldade em ter filhos, pois já são mães de coração de todos.

As filhas de Iemanjá são voluntariosas, fortes, rigorosas, protetoras, altivas e, algumas vezes, impetuosas e arrogantes; têm o sentido da hierarquia, fazem-se respeitar e são justas, mas formais.

Adoram por à prova as amizades que lhes são devotadas, custam muito a perdoar uma ofensa e, se a perdoam, não a esquecem jamais. Preocupam-se com os outros, são maternais e sérias. Sem possuírem a vaidade de Oxum, gostam do luxo, das fazendas azuis e vistosas, das jóias caras. Elas têm tendência à vida suntuosa mesmo se as possibilidades do cotidiano não lhes permitem um tal fausto.

Diversos

Dia da semana: Sábado.
Saudação: Odoiá
Sincretismo: Nossa Senhora da Glória no Rio de Janeiro no dia 15/08, Nossa Senhora dos Navegantes no Rio Grande do Sul; Nossa Senhora das Candeias, da Purificação, na Bahia, no dia 02/02; Nossa Senhora da Imaculada Conceição em São Paulo no dia 8 de dezembro
Cor: Azul claro e cristal
Contas: cristal e alguns tons de azul claro.
Símbolos: Um leque chamado abebé contendo uma sereia, lua  minguante, peixe.
Elemento: Água.
Algumas ervas: Folha de alfazema, folha de colônia, pariparoba, pata de vaca, rosas, palmas, crisântemos todos  brancos.
Animais: Peixe de água salgada, cabra
Domínios: Oceanos.
Particularidade: Trabalha igualmente com todos acolhendo-os, fortalecendo-os, trazendo esperança. Iemanjá "cria" a todos, desempenhando função de uma grande mãe.
Características: Generosa, caridosa, acolhedora, serena, possessiva.
Equivalências: Tarot - Carta n.º 3 - A Imperatriz, Baralho Cigano - Carta n.º 3 - O Navio
Sincretismo

Existe um sincretismo entre a santa católica Nossa Senhora dos Navegantes e a orixá da Mitologia Africana Iemanjá. Em alguns momentos, inclusive festas em homenagem as duas se fundem.

No Brasil, tanto Nossa Senhora dos Navegantes como Iemanjá tem sua data festiva no dia 2 de fevereiro. Costuma-se festejar o dia que lhe é dedicado, com uma grande procissão fluvial.

Uma das maiores festas ocorre em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, devido ao sincretismo com Nossa Senhora dos Navegantes. No mesmo estado, em Pelotas a imagem de Nossa Senhora dos Navegantes vai até o Porto de Pelotas. Antes do encerramento da festividade católica acontece um dos momentos mais marcantes da festa de Nossa Senhora dos Navegantes em Pelotas, que em 2008 chegou à 77ª edição. As embarcações param e são recepcionadas por umbandistas que carregavam a imagem de Iemanjá, proporcionando um encontro ecumênico assistido da orla por várias pessoas.

No dia 8 de dezembro, outra festa é realizada à beira mar baiana: a Festa de Nossa Senhora da Conceição da Praia. Esse dia, 8 de dezembro, é dedicado à padroeira da Bahia, Nossa Senhora da Conceição da Praia, sendo feriado municipal em Salvador. Também nesta data é realizado, na Pedra Furada, no Monte Serrat em Salvador, o presente de Iemanjá, uma manifestação popular que tem origem na devoção dos pescadores locais à Rainha do Mar - também conhecida como Janaína.
Nossa Senhora dos Navegantes

Na capital da Paraíba, a cidade de João Pessoa, o feriado municipal consagrado a Nossa Senhora da Conceição, 8 de dezembro, é o dia de tradicional festa em homenagem a Iemanjá. Todos os anos, na Praia de Tambaú, instala-se um palco circular cercado de bandeiras e fitas azuis e brancas ao redor do qual se aglomeram fiéis oriundos de várias partes do Estado e curiosos para assistir ao desfile dos orixás e, principalmente, da homenageada. Pela praia, encontram-se buracos com velas acesas, flores e presentes. Em 2008, segundo os organizadores da festa, 100 mil pessoas compareceram ao local.

Comentem ...

sábado, 22 de janeiro de 2011

20 de janeiro - Oxóssi

Oxóssi é a expansão dos limites do seu campo de ação, enquanto a caça é uma metáfora para o conhecimento, a expansão maior da vida. Ao atingir o conhecimento, Oxóssi acerta o seu alvo. Por este motivo, é um dos Orixás ligados ao campo do ensino, da cultura, da arte. Nas antigas tribos africanas, cabia ao caçador, que era quem penetrava o mundo “de fora”, a mata, trazer tanto a caça quanto as folhas medicinais. Além, eram os caçadores que localizavam os locais para onde a tribo poderia futuramente mudar-se, ou fazer uma roça. Assim, o orixá da caça extensivamente é responsável pela transmissão de conhecimento, pelas descobertas. O caçador descobre o novo local, mas são os outros membros da tribo que instalam a tribo neste mesmo novo local. Assim, Oxóssi representa a busca pelo conhecimento puro: a ciência, a filosofia. Enquanto cabe a Ogum a transformação deste conhecimento em técnica.

No Brasil, Ibualama, Inlè ou Erinlè é uma qualidade de Oxóssi, marido de Oxum Ipondá e pai de Logunedé. Como os demais Oxóssis é caçador, rei de Ketu e usa ofá (arco e flecha), mas se veste de couro, com chapéu e chicote.



Culto a Oxossi

 Durante a diáspora negra, muitos escravos que cultuavam Oxóssi não sobreviveram aos rigores do tráfico negreiro e do cativeiro, mas, ainda assim, o culto foi preservado no Brasil e em Cuba pelos sacerdotes sobreviventes e Oxóssi se transformou, no Brasil, num dos orixás mais populares, tanto no candomblé, onde se tornou o rei da nação Ketu.

Também é comum Oxossi ser cultuado como o patrono dos caboclos na religião de Umbanda.

Seu habitat é a floresta.
 

Na Umbanda simbolizado pela cor verde
No Candomblé a cor azul clara – também podendo usar a cor prateada.

As roupas, guias e contas costumam ser confeccionadas nessas cores acima citadas, incluindo, entre as guias e contas, no caso de Oxóssi e, também, seus caboclos, elementos que recordem a floresta, tais como penas e sementes.

Por suas ligações com a floresta, pede-se a cura para determinadas doenças e, por seu perfil guerreiro, proteção espiritual e material.


Arquétipo dos filhos de Oxossi

As pessoas consideradas filhas de Oxóssi são alegres, expansivas, preferem agir a noite, como os caçadores. São faladores, ágeis e de raciocínio muito rápido. Sabem lutar e alcançar o que almejam, como que lançando uma flecha e acertando o alvo. Sabem dominar mas quando raivosos, ferem as pessoas com palavras e atitudes, como se fosse dada uma flechada. Quando amam, são zelosos e fieis, não toleram ser enganados. São muito trabalhadores e honestos.
 

Sincretismo

Rio de Janeiro e São Paulo - São Sebastião (patrono da capital carioca – inclusive feriado estadual)
Bahia - São Jorge

Curiosidade: Em Salvador, no dia de Corpus Christi é realizada uma missa, chamada de Missa de Oxossi com a participação das Iyalorixás do Candomblé da Casa Branca do Engenho Velho.


Experiência pessoal

Minha experiência com essa vibração é uma das melhores coisas que tenho para contar. Além dessa ser a vibração regente em mim, de acordo com a minha data de nascimento, ela também vem junto ao espírito que coordena os trabalhos da SELFB: o Caboclo Tupinambá.

Eu adoro de emaranhar pelas matas a fora, acampar e passar momentos no mato, perto de uma cachoeira, sentir as folhas balançando, ouvir o barulho do vento batendo nas copas das árvores e fazendo aquele barulho que nos traz uma paz interior incrível e maravilhosa. Estar no meio da mata me refaz com extrema rapidez e agilidade. Não há nenhum passe ou banho de ervas tão potente quanto o simples caminhar entre as árvores por um caminho rochoso ou barrento.

O Caboclo Tupinambá nunca foi “barulhento” ao se chegar próximo de mim através da mediunidade, ao contrário, sempre foi silencioso e lento ao se aproximar, mesmo antes mesmo de conhecê-lo e saber de quem se tratava – silencioso como aquele caçador que vai à caça e entra na floresta lentamente e silenciosamente. Lembro-me que ele foi o espírito responsável por me dar o nome da SELFB em 2006, quando eu estava em dúvida sobre isso, pois neste mesmo ano já havia escrito alguns rabiscos sobre as diretrizes de algo que não sabia definir ao certo, escrevendo também algumas questões de ordem pessoal que eu poderia melhorar. Um espírito amigo, que me ajuda a cada dia que passa, e que está a frente dos trabalhos da SELFB. Lógico que tenho várias experiências para contar, mas fica um pouco da história desse amigo.

Abraços

Carlinhos


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domingo, 9 de janeiro de 2011

Determinação, fé e vontade de mudar – palavras-chave para 2011

Nós somos acomodados em tudo ao nosso redor. São poucas as pessoas que tem aquela garra e coragem para enfrentar de cabeça erguida os desafios que estão reservados em nossa vida.

Atualmente, converso com muitas pessoas (incluindo eu mesmo) e vejo muitas reclamações, insatisfações, infelicidades e tristezas de todo gênero e grau. Financeiro, amoroso, familiar, material, profissional, enfim, em todos departamentos da vida e, por incrível que possa parecer, não conseguimos olhar para trás e enxergar o básico: Como existem pessoas em situações consideradas piores que a nossa e, mesmo assim, existe a alegria e a vontade de viver nesses corações?

Dia após dia, temos a nossa “disposição” imagens e vídeos dessas pessoas especiais que se superam, mesmo perante todas as verdadeiras dificuldades.

Por que deixei frisado a palavra VERDADEIRAS?

Porque as pessoas que descreverei abaixo, realmente tiveram dificuldades e tinham um “prato cheio” (como diz o ditado popular) para se anularem como seres humanos, como seres da Criação, apenas aguardando o momento do desencarne chegar, desperdiçando MAIS UMA excelente e belíssima oportunidade de reencontro consigo mesmo e com Deus através da superação de seus desafios espirituais.

O primeiro caso é da venerável Irmã Dulce, nascida na Bahia, que se tornou freira logo após a sua primeira comunhão, dedicando-se inteiramente a igreja e aos seus doentes. Lutou muito para conseguir um espaço e atualmente existe um hospital, na Bahia, que foi construído através de sua vontade, dedicação, fé e determinação. Mesmo após ter contraído Enfisema Pulmonar e o próprio médico dela informando que tinha apenas 35% da capacidade respiratória, ela continuou trabalhando para Cristo, com sua fé e amor ao próximo.

Eis as palavras do próprio médico dela em uma ocasião: “Não sei como ela consegue fazer tudo o que faz, pois a capacidade pulmonar dela só permitiria as funções básicas de funcionamento do organismo, nada mais. Só há explicação através de um milagre para descrever essa possibilidade.”

Podemos nos comparar a ela? Uma febre qualquer, dor ou tosse já estamos quase morrendo, não temos condições de lutar, reclamamos da vida, etc, etc, etc.

Logo abaixo, temos dois vídeos mostrando um pouco da vida dessa estrela que veio dos céus para nos iluminar com sua presença na Terra – Irmã Dulce

O segundo caso é de um rapaz chamado Vick Vujicic que nasceu sem os 4 membros do corpo, apenas com uma “asinha de frango” (conforme ele mesmo menciona de maneira brincalhona no vídeo abaixo).

Vocês imaginam o tamanho do desafio desse rapaz?

Qual era dedicação e a determinação que ele deveria ter em vida?

Vamos comparar as dificuldades deles com a nossa?


Será que temos como mensurar nossas “desgraças” ou “dificuldades” com as dele? Não sejamos egoístas ao ponto de respondermos que SIM.

Palavras de Vick: “Todos choraram o meu nascimento, e se perguntaram o porquê de Deus ter permitido que aquilo tivesse acontecido com  minha família, sendo que minha mãe me deu uma irmã e um irmão normais. Todos achavam que eu não sobreviveria. Quando fiz 15 passei a dedicar minha vida a Deus. Hoje tenho 23 e terminei meu curso universitário de comércio, me formando em planejamento financeiro e contabilidade. Eu também dou palestras de motivação. Tenho muitos objetivos. quero ser independente financeiramente até fazer 25, quero ser entrevistado pela Oprah, quero ter um carro adaptado para mim. E quero escrever muitos livros. Estou escrevendo meu primeiro livro ‘Sem braços, sem pernas, sem preocupações’. Nada na vida deve ser temido, apenas compreendido'
- Vamos parar de justificar e clamar a misericórdia de Deus pelas nossas irresponsabilidades, egoísmo, comodismo, omissão, e etc...etc .. vamos?
- A DEFICIÊNCIA NÃO ESTÁ NO EXTERIOR ESTÁ DENTRO DE NÓS.
- E aí dor de cabeça, de barriga, de lado, de junta, resfriadinho, cólicas, e etc.. e etc...”
Vocês recordam o que eu disse logo no início do post sobre DETERMINAÇÃO, VONTADE E FÉ? Pois então, cadê a nossa fé em nós mesmos? Cadê a nossa determinação em lutar para sermos melhores a cada dia? Cadê a nossa vontade de vivermos e sermos as palavras vivas do Cristo que nos disse: “Vós podeis fazer o que fiz e muito mais”?

Temos de ter determinação e atitude a partir deste ano e deixarmos de nos fazermos de vítimas perante a vida, perante aos espíritos superiores e perante Deus. Vendo esses casos, me sinto envergonhado por várias vezes reclamar de coisas quaisquer, pois hoje enxergo que nada sou e que nenhum problema sério me assola, comparado com o desafios que muitos espíritos encarnados pelo mundo têm nos ensinando, com seu próprio exemplo de vida) a sermos mais dignos de nossa VIDA FÍSICA e valorizarmos nossos pequenos desafios que nos levam ao caminho do Pai.

É isso!

Abraços a todos!

Irmã Dulce 1


Irmã Dulce 2



Nick Vujicic

Carlinhos